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Vol. 22. Issue S1.
11° Congresso Paulista de Infectologia
Pages 49-50 (December 2018)
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Vol. 22. Issue S1.
11° Congresso Paulista de Infectologia
Pages 49-50 (December 2018)
EP‐031
DOI: 10.1016/j.bjid.2018.10.093
Open Access
CONHECIMENTO E VULNERABILIDADE DOS ADOLESCENTES EM RELAÇÃO ÀS INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS
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Tatiane Mota Silva, Barbara Jacqueline Peres Barbosa
Universidade Paulista (Unip), São Paulo, SP, Brasil
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Data: 18/10/2018 ‐ Sala: TV 8 ‐ Horário: 10:44‐10:49 ‐ Forma de Apresentação: E‐pôster (pôster eletrônico)

Introdução: As infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) ainda são motivo de preocupação, independentemente da localização geográfica em questão. Essas podem culminar em graves complicações, como infertilidade, aborto, infecções congênitas, além de facilitar a infecção pelo vírus da imunodeficiência humana/síndrome da imunodeficiência adquirida (HIV/Aids). Essas patologias representam grandes desafios para a saúde, merecem destaque devido ao seu alto potencial de disseminação.

Objetivo: Avaliar o conhecimento de adolescentes sobre transmissão, prevenção e comportamentos de risco em relação às IST/HIV/Aids.

Metodologia: Foi feita uma pesquisa científica pelo método da revisão da literatura, aplicou‐se a análise integrativa sobre o conhecimento e a vulnerabilidade dos adolescentes em relação às infecções sexualmente transmissíveis.

Resultado: Os resultados demonstraram que IST/HIV/Aids não são totalmente desconhecidos pelos adolescentes, a Aids a doença mais citada. No entanto, houve desconhecimento em relação às formas de transmissão. A maioria desconhece a possibilidade de infecção por meio do sexo oral, transmissão vertical e por meio do leite materno. Referente à cura e ao tratamento, a maioria relatou ter conhecimento ou já ouviu falar em estratégias que diminuem os sinais clínicos da Aids. Os adolescentes reconhecem o uso do preservativo como principal método de prevenção contra as IST, mas alguns artigos revelaram a existência de adolescentes que acreditam que a higiene após o ato sexual, os relacionamentos monogâmicos e o uso do anticoncepcional oral pode se constituir em um meio de prevenção contra as IST. A prevenção é identificada pelos jovens como um elemento fundamental na prática sexual. No entanto, abdicam dela a partir do momento em que sentem confiança no parceiro. Outra questão levantada é a diferença de gênero no diz respeito à adoção do preservativo, uma vez que as mulheres confiam na fidelidade do parceiro sexual e têm dificuldade de solicitar o uso. Já os homens não o usam devido a razões relacionadas ao prazer sexual. Assim, a confiança assume um papel importante na ausência de comportamento preventivo, especialmente entre as mulheres, que substituem o preservativo pela crença na fidelidade.

Discussão/conclusão: É importante o desenvolvimento de políticas, campanhas e programas de orientação sexual nas escolas, que estejam voltadas para a saúde integral do adolescente, de modo a proporcionar conhecimento adequado sobre IST/HIV/Aids e os comportamentos preventivos.

The Brazilian Journal of Infectious Diseases

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