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Vol. 25. Issue S1.
12° Congresso Paulista de Infectologia
(January 2021)
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Vol. 25. Issue S1.
12° Congresso Paulista de Infectologia
(January 2021)
EP‐294
DOI: 10.1016/j.bjid.2020.101372
Open Access
ADESÃO ÀS PRECAUÇÕES ESPECÍFICAS ENTRE ACOMPANHANTES E VISITANTES DE PACIENTES HOSPITALIZADOS
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Jeanine Geraldin Estequi, Lívia Scalon C. Perinoti, Daniela Sanches Couto, Rosely Moralez Figueiredo
Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), São Carlos, SP, Brasil
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Ag. Financiadora: CAPES

Nr. Processo: 88882.426312/2019‐01

Introdução: As internações em Precaução Específica (PE) têm aumentado em virtude do crescente número de pacientes colonizados por microrganismos resistentes, à pandemia pelo vírus SARS‐CoV‐2 e ao ressurgimento de casos de sarampo. Pacientes em PE podem sentir‐se vulneráveis devido ao isolamento e a inclusão de acompanhantes e visitantes (AeV) apresenta impacto positivo na sua recuperação. Contudo, o significado e a importância da adoção das medidas de prevenção nem sempre são bem compreendidas pelos AeV gerando risco de auto contaminação, transmissão de microrganismos, custo institucional pelo aumento da demanda de Equipamentos de Proteção Individual (EPI), além de muitas vezes o uso desnecessário e equivocado de tais equipamentos.

Objetivo: Identificar dificuldades encontradas pelos profissionais de controle de infecção para a adesão das PP e PE entre AeV de pacientes hospitalizados em PE.

Metodologia: Pesquisa do tipo Survey de caráter descritivo e exploratório, realizada entre março e junho de 2020 com profissionais da área de controle de infecção com experiência em instituição hospitalar. O recrutamento dos participantes se deu por amostragem do tipo“Bola de Neve” por meio de um link de acesso ao Termo de Consentimento Livre e Esclarecido e ao questionário autoaplicável, elaborado para fins desta pesquisa. A pesquisa foi aprovada por Comitê de Ética em Pesquisa.

Resultados: Participaram do estudo 67 enfermeiros, 21 médicos e 1 técnico de enfermagem. Dentre as recomendações vigentes para AeV, em comum com todas as instituições participantes, destacou‐se a “Higienização das Mãos”. Como prática de não conformidade destacou‐se a permanência no quarto sem o uso de EPI (79%) e a saída do quarto utilizando luvas (52%), sendo citado como barreiras que dificultam a adoção às medidas de boas práticas, principalmente, a falta de orientação (56%) e o desconhecimento das PE pelos AeV (52%).

Discussão/Conclusão: O desconhecimento das PE pelos AeV configura‐se como dificuldade referida pelos profissionais da área de controle de infecção, o que pode ser resultante da falta do fornecimento de orientação aos AeV. Os resultados deste trabalho geram um alerta para que os profissionais da área de controle de infecção, demais profissionais de saúde e AeV sejam parceiros na prevenção de infecções.

The Brazilian Journal of Infectious Diseases

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