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Vol. 26. Issue S1.
(January 2022)
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Vol. 26. Issue S1.
(January 2022)
EP 156
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IMPLEMENTAÇÃO DE PROTOCOLO CLÍNICO DE SEPSE NO HOSPITAL SANTA RITA DE MARINGÁ
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Jaqueline Forestieri Bolonhez, Catarina Paganelli Silvera Bazan, Ana Cristina Medeiros Gurgel, Maria Gabriela Lopes
Hospital Santa Rita de Maringá, Maringá, PR, Brasil
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Introdução/Objetivo

Definida como disfunção orgânica potencial causada por uma resposta desregulada do hospedeiro a infecção (Sepsis - 3) a Sepse se trata de uma síndrome frequente em ambiente hospitalar, com elevada taxa de morbidade e mortalidade. A implementação de um protocolo clinico no Hospital Santa Rita de Maringá para casos suspeitos de sepse, funcional e prático, facilitou o raciocínio clinico necessário para geração de suspeita, tal como guia o médico e equipe a realizar uma conduta correta e completa.

Métodos

A pesquisa realizada foi de natureza aplicada, com abordagem quali-quantitativa, do tipo descritiva. Essa visou o estudo de caso da aplicação do protocolo de análise sepse no Hospital Santa Rita de Maringá. Como instrumento para a realização dessa pesquisa, fez-se a adaptação do antigo modelo de formulário do protocolo de análise sepse e sua utilização e aceitação. Em seguida, reelaborou-se o formulário de preenchimento do protocolo, ensaiando o seu uso e adaptando-o, de modo a facilitar o seu emprego pelos usuários do hospital. O novo formulário foi implementado por, no mínimo, 6 meses e por meio de sistema de Inteligência de Negócios (Business Intelligence - BI) e o software gratuito Microsoft Power BI Desktop foi realizada a análise dos dados coletados.

Resultados

Para isso, foi utilizado o software gratuito Microsoft Power BI Desktop com elaboração de um relatório interativo permitindo uma fácil interpretação dos dados. Mais de duas mil fichas de preenchimento do protocolo sepse do Hospital Santa Rita foram analisados e comparados ao numero de fichas preenchidas antes da mudança do protocolo mostrando um aumento significativo no numero de fichas preenchidas após a mudança, além da possibilidade de coleta de dados como - foco infeccioso, antibiótico prescrito, preenchimento adequado ou não do medico e equipe de enfermagem.

Conclusão

Conclui-se que após a mudança do protocolo sepse vigente no Hospital Santa Rita, o numero de pacientes em quadros de sepse e choque séptico pode ser melhor contabilizado, tal como foco infeccioso e tratamento instituído. O relatório interativo criado permitirá uma fácil interpretação dos dados, colaborando para a quantificação dos casos dentre cada um dos grupos, e identificação de padrões.

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The Brazilian Journal of Infectious Diseases

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